CRONOLOGIA DO PAGANISMO CRISTÃO

Cronologia do paganismo católico romano x Cronologia do paganismo protestante


É bem verdade que ainda existem milhões de católicos que nunca ouviram falar da cronologia do paganismo católico romano. Eles sofrem um impacto muito grande quando vêm o esquema abaixo.
Mas… Nunca vi até hoje um esquema cronológico do paganismo protestante, tão lamentável e
laodiceiano como o católico. Ambas… Mãe e filhas tiveram uma história de amor e ódio, e agora no
final se unem para o ecumenismo.

Vestimentas pagãs

No tempo do Imperador Constantino, que era a “personalidade” número um na “igreja”, um simples cerimonial não era suficiente. Para poder honrá-lo, a pompa e os rituais da corte imperial foram adotados pela liturgia cristã.
Constantino introduziu as velas e a queima de incenso como parte dos “cultos da igreja”. Sob o reino de Constantino, os clérigos, que usavam roupas normais no princípio, passaram a vestir-se com roupa especial.
Que tipo de roupa especial era esta? Eram peças do vestuário dos oficiais romanos. Ademais, se introduziram vários gestos de respeito aos membros do clero que eram semelhantes aos dedicados aos oficiais romanos.
Também foi adotado o costume romano de iniciar o culto com músicos profissionais. Para este propósito, corais foram treinados e trazidos para a “igreja cristã”. Todas estas características foram copiadas da cultura greco-romana e diretamente inseridas nas atividades da “igreja cristã”.
A cristandade do século XIV foi profundamente moldada pelo paganismo grego e pelo imperialismo romano.

A Evolução da Arquitetura dos templos

Depois da era Constantino os edifícios eclesiásticos passaram por várias etapas diferentes. A arquitetura cristã passou da fase basilical para a fase bizantina. As catedrais bizantinas tinham grandes cúpulas centrais além de ícones e mosaicos decorativos. Depois da arquitetura bizantina veio a Românica:se caracterizavam por uma elevação de três plantas, com gigantescas colunas sustentando arcos redondos e um interior colorido.Após o período românico veio a era gótica no século XII. A arquitetura gótica foi marcada por catedrais com abóbadas, arcos e pilastras pendentes. O termo “catedral” se deriva de cátedra. Catedral é o edifício que contem a cátedra, a cadeira do “bispo”. Catedral é a “igreja” que contém o “trono” do “bispo”. Os vitrais
foram introduzidos “nas igrejas” no século VI por Gregório de Tours (538-593 d.C.). Como no caso das basílicas de Constantino, a raiz da catedral gótica foi completamente pagã. Os arquitetos góticos dependeram muito dos ensinos do filósofo grego Platão. Este filósofo ensinou que o som, a cor e a luz possuíam significados elevados e místicos. Que podem induzir humores e transportar as pessoas ao “Bem Eterno”. Os artistas góticos se inspiraram nos ensinamentos de Platão e os estabeleceram para serem respeitados. Criaram sistemas de luz assombrosos e inspiradores para dar um irresistível sentido de esplendor e de adoração. A cor é um dos mais poderosos fatores emotivos disponíveis. Inspirada na grandiosidade das estátuas e torres do antigo Egito, a arquitetura gótica buscou uma nova captura do sentido do sublime pelo tamanho exagerado.
Isso demonstra que a comunidade cristã do século IV perdera o contato com aquelas realidades celestiais que não podem ser percebidas pelos sentidos, mas apenas experimentadas pelo espírito humano.

O Púlpito: falso altar

Os primeiros sermões foram proferidos da cadeira do “bispo”, ou cátedra, situada atrás do altar, posteriormente o ambo, uma mesa alta ao lado do santuário, diante da qual as lições bíblicas eram ministradas, tornou-se o lugar onde os sermões passaram a ser proferidos. O ambo foi tomado da sinagoga judaica. Porém, suas velhas raízes remontam às mesas e plataformas de leitura da antiguidade greco-romana. João Crisóstomo (347-407) destacou-se por tornar o ambo o lugar da pregação. Já em 250 d.C. o ambo foi substituído pelo púlpito.
Cipriano (200-258) menciona colocar o “líder da igreja” em função pública no pulpitum. Nossa palavra “púlpito” deriva da palavra latina pulpitum que significa “palco”. O pulpitum, ou púlpito, situava-se em cima de uma plataforma no local mais elevado da congregação (Leia Tiago 2). Com o tempo, a frase “subir à plataforma” (ad pulpitum venire) tornou-se parte do vocabulário religioso do clero. Em 252 d.C., Cipriano menciona a plataforma elevada que separa o clero dos leigos como “a plataforma sagrada e venerada do clero”.

Já pelo fim da Idade Média, o púlpito tornou-se bem comum nas “igrejas paroquiais”. Com a reforma, este chegou a ser a mobília central do “edifício da igreja”. O púlpito simbolizava a substituição da centralidade da ação ritualista (a missa) com uma instrução verbal dos clérigos (o sermão). O púlpito ocupa uma posição central na Igreja Protestante. Tanto que um famoso “pastor” em conferência patrocinada pela Associação Evangelística de Billy Graham disse: “Se a ‘igreja’ vive é porque o púlpito vive —se a ‘igreja’ está morta é porque o púlpito morreu”.


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Caso não tenha conseguido acessar o link, no topo do portal EQUI tem um menu com o nome ‘Paganismo’.
Agora que você já leu tudo com cuidado, e assistiu os vídeos na página linkada acima, você já tem uma ótima visão sobre o assunto e pode começar uma nova Reforma Protestante dentro de você (Rm 12), não aquela pseudo reforma que apenas emagreceu o corpo católico romano, permanecendo o esqueleto, mas sim, um novo nascimento, começando do zero, e de glória em glória conhecer ao Messias como Ele é, e imitá-lo em todas as suas ações.
Preparado (a)? 



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